Crítica Cinematográfica ‘Capitã Marvel’

Oi ooooi gente! Hoje (11) eu trouxe a crítica do grande lançamento da semana. Chegou a hora de voltar aos cinemas para ver um herói, ou melhor, uma heroína da Marvel. Depois de ter sido o gancho da cena pós créditos de Vingadores: Guerra Infinita, chegou a hora de conhecermos a história de Carol Danvers e entender como ela poderá se unir aos Vingadores. Antes de mais nada, confiram a sinopse e o trailer.

Carol Danvers (Brie Larson) é uma ex-agente da Força Aérea norte-americana, que, sem se lembrar de sua vida na Terra, é recrutada pelos Kree para fazer parte de seu exército de elite. Inimiga declarada dos Skrull, ela acaba voltando ao seu planeta de origem para impedir uma invasão dos metaformos, e assim vai acabar descobrindo a verdade sobre si, com a ajuda do agente Nick Fury (Samuel L. Jackson) e da gata Goose.

 

De início, nos deparamos com Vers (Brie Larson), a “versão” sem memória da nossa personagens principal. Uma recruta dos Krees, que já começa o filme treinando com Yon-Rogg (Jude Law) para poder controlar seus poderes. Ele quer que ela vença com sua força física e não que dependa do poder. Sendo assim, eles partes em uma missão de resgate, mas que acaba sendo armadilha, onde Carol acaba presa pelos Skrulls e, na fuga, acaba na Terra, ou melhor, C-53.

Quando chega por aqui, ela já tem algumas informações para investigar e seu caminho vai cruzar com o de Nick Furry (Samuel L. Jackson). Indo atrás do Projeto Pegasus, ela acaba descobrindo que era uma piloto da força área americana e precisa descobrir mais ainda sua ligação com a Doutora Lawson e como ela acabou sendo dada por morta, durante 6 anos.

E quem vai preencher essa lacuna são sua melhor amiga, Maria Rambeau (Lashana Lynch) e sua filha. Vão contar como ela e Carol eram umas das únicas mulheres por ali e como não eram autorizadas a irem em missões, ajudavam a Dra. com seus projetos. E, dali em diante, Carol Danvers vai ter um leque de novidades para lidar e descobrir quem está de cada lado dessa guerra e em qual ela irá se posicionar.

Eu não quero falar muito da trama não, porque acho legal nós irmos ao cinema e descobrir toda a magia. Vamos falar no âmbito geral. Capitã Marvel é um filme de origem. Um filme de origem da primeira mulher no MCU. Não preciso dizer o quanto estava ansiosa, certo? Mas, os trailers não estavam me empolgando muito. E, graças a Deus. Acho que essa é uma das vezes que eu vou elogiar o estúdio por não ter entregue as coisas nos seus meios de divulgação. Fica bastante coisa para gente descobrir com o decorrer dos minutos.

Mas, por ser um filme de origem, depois de Guerra Infinita e as véspera de Ultimato, o filme pode se tornar ‘menos’. Quero me explicar aqui, porque não quero ser mal interpretada. Eu ADOREI o filme. Acredito que ele passou a frente de vários filmes de Marvel, mas os filmes de origem, em geral, sendo mais ‘lentos’. Não acho que se seja demérito, mas viemos de um filme onde estávamos vendo nossos heróis preferidos lutando pela vida de metade da população e estamos na expectativa do que vai acontecer. Capitã Marvel chega e dá uma quebrada nesse ritmo intenso.

De novo, isso não é demérito do filme. Mas, é o que pode se tornar problema para muitas pessoas. Estamos sendo apresentadas a Carol Danvers e todo o seu universo, seu passado, presente e seu futuro. Só que com isso, podemos ver o quanto ela é girl power total. Temos vislumbres de seu passado e desde pequena, ela sempre se levantou depois da queda. E o quanto ela se torna poderosa mesmo! Ainda mais conforme ela vai usando, lidando e aprendendo com seus poderes. * Oi, Thanos, já pode começar a se esconder, que Carol ta chegando, viu?! *

Brie está maravilhosa. Claramente confortável com a personagem, também fica claro o quanto treinou e se dedicou para estar ali. Ao contrário do que podem falar por aí, ela tem SIM muitas expressões durante todo o filme. Me pego bem curiosa sobre como ela estará quando a personagem precisar trabalhar em equipe.

Falando sobre Nick Furry, gostei MUITO da participação dele. Vamos vê-lo de outra forma, menos séria, ainda conhecendo toda a vida que pode existir pela galáxia. Ele tem uma troca super bacana com a Carol e, vamos entender o que é aquele pager da cena pós créditos de Guerra Infinita, além de entender como ele tem um alcance tão grande. Ah, e é meio engraçado vê-lo com os dois olhos, só que vamos entender como acabou perdendo um deles. Ah, o Agente Coulson (Clark Gregg) também tem sua participação, como um novato.

Outra coisa que eu gosto no filme, é como trabalham a amizade de Maria e Carol. Dá pra sentir aquela amizade verdadeira, com suporto, com proteção, com uma verdadeira família. Queria ver mais. Fiquei me perguntando o quanto dela e da filha ainda poderemos ver. Só que, certamente, a cena será roubada, muitas vezes, por Goose, uma gatinha. Nem vou falar muito sobre ela, mas fiquem atentos.

Como já disse, o filme é de origem, então não temos um roteiro muito aprofundado nos problemas de Carol. Seria ótimo ter tudo redondo? Sim. Mas, não acho que isso seja uma grande falha. Acho que pode tornar o próximo filme dela ainda maior e a sua participação em Ultimato ainda mais explosiva. A trilha sonora não é tão memorável, ainda que tenham alguns sucessos que, particularmente, me arrepiaram quando tocou.

Infelizmente, o filme vem ganhando muito hate desnecessário. Muitas acusações de ‘lacração’. Fico pensando como deve ser incomodo ver uma heroína sendo apresentada como a mais poderosa do universo, além do posicionamento da atriz. O filme carrega sim toda a áurea da representatividade feminina, com a força e a persistência. É ver mais uma heroína que a nova geração tem para se espelhar e isso é INCRÍVEL! Mas o filme não é só isso ou pautado para agradar só nisso.

Gostar ou não gostar de um filme é subjetivo. Claramente todos tem direito a ter sua própria opinião. Eu gosto de muitos filmes que as pessoas não tem muitos elogios, da mesma forma que não gosto de alguns elogiados – e digo isso até mesmo dentro do MCU. Mas não se deixem manipular, não fiquem com ‘medo’ do filme. Eu fui sem expectativas e AMEI! Carol Danvers veio pra ficar e pra explanar todo o seu poder! Já pode chegar, abril seu lindo, quero vê-la se juntando a equipe.

E como estamos falando de Marvel, temos cenas pós créditos. Uma com referência DIRETA a Ultimato, que acaba até mesmo colocando fim em algumas teorias de como a Capitã iria se juntar aos que sobraram. A outra é mais ‘leve’, ouso dizer que até sem tanto importância.

Ah, a homenagem ao Stan Lee é a coisa mais linda! Na minha sessão rolou vários gritos e aplausos.

 

 

9 comentários em “Crítica Cinematográfica ‘Capitã Marvel’

  1. Eu ameeeeeeei esse filme.
    Também não esperei muuuito dele por causa dos trailers e por essa quebra na vibe da guerra com o Thanos, mas foi uma agradável surpresa.
    A energia Girl Power que o filme carrega também é inspirador e eu já virei fã da Carol, não vejo a hora de ver ela acabando com o Thanos haha
    Aaaaaai a homenagem ao Stan Lee foi demais!!! Fico triste só de imaginar que não teremos mais isso 😦
    E ainda não superei o bug sem sentido sobre a última cena pós-crédito kkkkkk Fui tapeada hahaha
    Arrasou na crítica, Raí.

    Bjoooo ❤

    Curtir

  2. Não sou muito ligada no universo dos super-heróis, mas tenho visto nas redes sociais muitas críticas sobre esse filme e ele realmente divide opiniões! Fico muito triste com as acusações de “lacração”, afinal, por que uma mulher não pode ser empoderada e super poderosa sem ser criticada?

    Curtir

  3. Eu ainda não assisti, mas estou lendo muitas críticas e resenhas positivas sobre ele e isso está aguçando demais minha curiosidade. Espero assistir logo.

    Curtir

  4. Adoro filme de heróis e acho muito legal começarem a trazer as heroínas também, pois as meninas pequenas também adoram. Teu post me lembrou que preciso arrumar um tempo logo para assistir a Capitã Marvel.

    Curtir

  5. Olá! Talvez vc me ache louca e mega ultrapassada, mas não tenho tido muita vontade de ver os filmes da Marvel pela quantidade de violência que apresentam.
    Acredito que filmes de super heróis e aventureiros como estes, poderiam ser menos tiro, porrada e bomba, sei lá… Desde Logan que eu parei total.
    Mas gostei de saber que esse tem uma pegada menos punk. Vou assistir!

    Curtir

  6. Estou ansiosa para ver este filme também! Imagino que a homenagem ao Stan Lee deve ter sido bastante emocionante, e acredito que permanecerão nos próximos filmes, já que ele estava sempre presente. Também acho que os comentários que fazem por aí estão subjulgando demais a heroína, e por isso procuro me afastar deste tipo de visão, justamente por acreditar que se trata de uma visão limitada do conteúdo. Todo filme que apresenta um herói costuma ser mais lento, e isso não deveria representar demérito algum. Enfim… parabéns pelo texto!

    Curtir

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s